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Baixa previsibilidade no início do outono 2013!

Notícia enviada em 26/03/2013
por Rodolfo Bonafim - São Paulo/SP
Mudança de estação é uma fase complicada: a transição geralmente é mais ou menos turbulenta.

Conforme, reportei alguns dias atrás sob o título ",Por que estamos no outono",, logicamente pela crescente inclinação dos raios solares com o equinócio* de outono no hemisfério sul, a quantidade de energia solar que incide no solo por metro quadrado, vai gradativamente caindo até o início do inverno. Isso acarreta em perturbações atmosféricas, onde a permissividade de entrada de ar mais refrigerado é maior, especialmente nos níveis mais baixos da atmosfera, como é o caso quando do início do outono, dia 20 de março, ocasião em que se percebe a atuação de uma massa de alta pressão atuando sobre o litoral paulista, advectando umidade e, portanto fazendo com que o tempo fique instável e ameno. Mas, desde 21 de março, além dessa massa de ar em superfície, uma ampla massa de ar de baixa pressão (cavado) se faz presente nos níveis mais altos da atmosfera, acarretando no levantamento do ar, ou seja, com a atração de ar mais aquecido de noroeste, mais a umidade advectada do mar, há movimentos ascendentes de ar (convecção), que trarão mais instabilidades para o litoral e capital paulistas, com possibilidades de chuvas fortes. Conclusão: a umidade advectada do mar pela massa de ar de alta pressão, mais a massa de ar de baixa pressão, favorecem tempo instável típico da mudança de estação!

Então, em resumo, estamos vivenciando atuação de massas de ar de alta pressão (anticiclones), em superfície, que advectam (entrada) ar e umidade marinha, deixando o tempo nebuloso, com poucas aberturas de sol e algum mormaço, especialmente no litoral paulista. A temperatura não consegue se elevar além da faixa dos 29ºC/30ºC em Santos.

Alternada e concomitantemente, temos atuação de massas de ar de baixa pressão em níveis médios e altos da atmosfera, que trazem ao contrário dos anticiclones (ar refrigerado) certa elevação da temperatura.

Quanto aos modelos de chuvas, não há consenso: enquanto um sinaliza prognóstico de instabilidades mais atuantes no sul do Brasil, outros sinalizam instabilidades se estendendo desde o litoral catarinense até o leste paulista, que abrange o litoral, capital e Vale do Paraíba, podendo implicar neste caso, pancadas de chuvas localizadas fortes para as próximas 48 horas!

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