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Diferenças gritantes de pluviosidade em Santos e na capital paulista

Notícia enviada em 30/05/2014
por Rodolfo Bonafim - São Paulo/SP
Conforme noticiei em meu reporte anterior, maio de 2014 fecha com volume de chuva acima da média em Santos (220 milímetros por metro quadrado), marca superior à marca de abril, que fechou em 194 milímetros, coisa digna de nota, pois abril deveria ser pelo menos pouco mais chuvoso do que em maio, mês mais próximo do inverno, estação que chove menos em Santos e região (não se define estação seca para a Baixada Santista - apenas estação menos chuvosa).

Mas, o mais impressionante mesmo são as gritantes diferenças entre o volume de chuva entre Santos e a capital paulista, especialmente neste maio de 2014: enquanto em Santos choveu acima da média, conforme citei acima (220 milímetros), na capital em média choveu cerca de somente 50 milímetros. No Sistema Cantareira, que abastece grande parte da Grande São Paulo e da região de Campinas no interior, choveu míseros 38 milímetros, o que não melhora em nada a crise de abastecimento de água (inclusive já falta água em alguns bairros da capital). E segundo os prognósticos oficiais, não deve chover significantemente sobre a capital, inclusive sobre os reservatórios que compõem o ",sedento", Sistema Cantareira....

É claro que pelos cânones climáticos, chove menos na capital do que no litoral, mas as diferenças, repito, ultimamente têm sido gritantes...

Santos e região apresentam algumas vantagens climáticas sobre a capital e interior de São Paulo

Excetuando-se até o excesso de chuvas sobre Santos e região, que por vezes causam transtornos de locomoção para a população, assim como, desconforto climatológico devido aos excessivos índices de umidade relativa do ar, esta região litorânea paulista apresenta algumas vantagens climáticas, mesmo com relação à pluviosidade, pois o risco de racionamento de água é menor (embora, a população da Baixada Santista não pode relaxar) e quanto ao índice de umidade relativa do ar que apesar de exagerado quando chove por dias - é benéfico entre o final de julho e meados de agosto, quando muita gente que reside na capital e interior sofre com a seca e consequentemente com os males causados e agravados pela secura do ar, que por vezes se rivaliza com os índices de umidade dos desertos....

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