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Raios e verão: recomendações complementares!

Notícia enviada em 31/12/2012
por Rodolfo Bonafim - São Paulo/SP
Nunca é demais, repetir e repetir sobre os cuidados que se deve ter com as descargas elétricas atmosféricas (raios) principalmente no verão...

E aí vão recomendações que já foram feitas há bem pouco tempo (como falei, nunca é demais repeti-las) e outras na categoria de complementares....

Pode parecer redundante, mas confirmo como um serviço de utilidade pública, que na iminência ou durante uma trovoada, recomenda-se desligar todos os aparelhos elétricos e eletrônicos (não só nos botões de desligar, mas também do fio da rede elétrica, pois mesmo desligados, um raio oportunista pode passar pelo fio e atingir a tomada da rede), não conversar ao telefone e isso vale também para os aparelhos móveis (celulares), pois há estudos que relacionam o celular aos raios, mesmo ainda não comprovados, é melhor se precaver, ficar o mais afastado possível das tomadas das paredes das casas.

Fora de casa, jamais ficar debaixo de árvores ou de coberturas de pontos de ônibus, não ficar em praias ou calçadões, não jogar bola ou fazer qualquer atividade em áreas livres.

Porém, dentro de carros, é seguro, pois o veículo com sua carcaça metálica funciona como uma ",,Gaiola de Faraday",,, uma espécie de blindagem...

Ah, evitar sair sob chuvas com trovoadas usando guarda-chuvas de ponta de metal....

Agora, posto as recomendações complementares:

Durante uma trovoada, recomenda-se não sair de casa. Em casa, as chances de ocorrer acidentes diminuem, haja vista que edifícios, árvores e outras residências que contam um S.P.D.A. (Sistema de proteção contra descargas atmosféricas), são atrativos em potencial para as descargas, já que não existe nenhum sistema que evite os raios....

Ainda em casa, devemos durante uma trovoada, se afastar o máximo possível de objetos metálicos, tais como janelas de alumínio, grades ou tomadas. Esses cuidados evitam os efeitos indiretos das descargas, pois a boa condutividade dos materiais presentes nesses objetos podem provocar acidentes, por meio do fenômeno da indução, no qual não há necessidade de contato para ocorrer um choque elétrico..

Caso, necessite sair às ruas, deve-se evitar segurar objetos metálicos longos, como tripés, varas de pesca ou guarda-chuvas, estes especialmente com pontas de metal, como já foi relatado acima. Não se deve empinar papagaio ou aviõezinhos com fio. Benjamin Franklin, o precurosr do pára-raios escapou da morte por sorte, em seu experimento com a pipa. Andar a cavalo também é uma atividade de risco.

O cavaleiro comporta-se como uma ponta e poderá atrair o raio. Não se deve nadar. Raios podem ocorrer nessas superfícies. E ainda nas ruas, alguns locais podem servir de abrigos: ônibus, veículos fechados metálicos, prédios e moradias com proteção, construções com estrutura metálica, barcos e navios metálicos fechados, abrigos subterrâneos, como túneis e metrô. Nunca se deve ficar no interior de celeiros, barracos e tendas, que facilmente incendeiam pela força da descarga, nem tampouco próximo a linhas de energia elétrica ou árvores isoladas.

E agora relato, os locais onde é extremamente perigoso permanecer: topos de morros, prédios, áreas abertas (como campos de futebol), estacionamentos abertos, quadras de tênis, cercados de arame, varais de metal, linhas aéreas, trilhos, torres, linhas telefônicas e linhas de energia elétrica.

Quando não for possível realizar nenhum dos procedimentos acima citados, ainda há uma maneira de escapar de um acidente. Momentos antes de ocorrer a descarga, pessoas que estejam nessas proximidades sentem seu pêlos arrepiados ou a pele coçando, indícios da atividade elétrica. Não se deve entrar em pânico. Pode-se ficar na seguinte posição: ajoelhado, curvado para frente, com as mãos colocadas nos joelhos e a cabeça entre eles. Imita-se, desse modo, uma esfera e não uma ponta, como na posição de pé. Jamais se deve deitar no chão, pois a descarga atingirá diretamente essa superfície.

Finalmente, nessa época, onde os maiores atrativos é viajar para as praias, ao menor indício de trovoada - clarão de relâmpago ou simplesmente, um trovão fraco ao longe, são razões mais que suficientes para sair da praia. Nem de deve permanecer no calçadão. Lembre que um adolescente foi atingido e morto por raio ainda no início deste ano, na praia da enseada no Guarujá, simplesmente por andar no calçadão daquela praia da Baixada Santista (ver meu reporte sobre esse assunto em https://apolo11.com/minhanoticia.php?noticia=As_nuvens_posraio_que_vitimou_adolescente_no_Guaruja__SP&posic=dat_20120126-044756.inc).

Guardadas essas listas de recomendações (que nunca são demais), a ONG Amigos da Água, deseja um ótimo verão e início de 2013 para todos!

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