Quinta-feira, 08 jan 2009 - 16h53

Aumento dos raios cósmicos poderá ser nocivo aos astronautas

Um estudo suíço publicado pela revista “NewScientist” indica que o Sol entrará em um período de menor atividade. A sua capacidade de proteger o Sistema Solar dos raios cósmicos mais prejudiciais pode diminuir no início da próxima década.

O Sol está atualmente em um período de máxima atividade que já dura quase um século e não tem prazo exato para terminar. Existem ciclos de 11 anos de manchas e labaredas solares.

O Instituto Federal de Ciências Aquáticas e Tecnologia da Suíça busca entender justamente essas mudanças e para isso analisou 66 períodos de grande atividade solar durante os últimos dez mil anos.

Os especialistas estudaram níveis de isótopos raros nas geleiras da Groenlândia que são produzidos quando os raios cósmicos destroem núcleos de átomos de oxigênio e nitrogênio na atmosfera terrestre.

Em outras palavras, quando cai a atividade solar mais raios cósmicos entram no Sistema Solar e a produção de isótopos aumenta. Assim seria possível traçar uma projeção da atividade solar.

Para a equipe de cientistas, a diminuição da luminosidade solar nas próximas décadas vai interferir muito pouco nas mudanças climáticas. O alerta é para os astronautas. Segundo o estudo, o aumento dos raios cósmicos no Sistema Solar poderia causar câncer e até infertilidade.

Outros cientistas mais céticos não acreditam na possibilidade de tentar prever quando o Sol entrará em um período de menor atividade.

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