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Pesquisa de DNA mostra que Neandertal não era ancestral humano
São Paulo, 07 de Junho de 2006
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A análise da seqüência genética neandertal mais antiga já estudada, o dente de um menino de 100.000 anos atrás, mostra que o homem de Neandertal não é antepassado do homem moderno e representa uma espécie diferente da humanidade atual, o Homo sapiens.

"Não há elos entre nós e o homem de Neandertal", explica a responsável pelo estudo, a paleontologista francesa Catherine Hanni, acrescentando que a amostra analisada é bem anterior ao período de coabitação entre humanos e neandertais, há cerca de 35.000 anos.

A análise permitiu conhecer a diversidade genética do homem de Neandertal antes de haver qualquer contato com o homem moderno. Várias análises genéticas de amostras de fósseis, iniciadas em 1997, já revelavam a "inexistência de provas de mestiçagem entre as espécies", lembrou Hanni.

A cientistas analisou um dente de criança encontrado em uma caverna de Scladina (Bélgica). O estudo mostrou ainda uma notável perda de diversidade genética na espécie entre o período de que data o dente e pouco antes do desaparecimento do Neandertal, há 30.000 anos, algo "lógico", segundo a pesquisadora, dado o "declínio demográfico da espécie".

O homem de Neandertal viveu entre 150.000 e 30.000 anos atrás, na Europa, parte da Ásia e Oriente Médio. Já o homem moderno, cujo surgimento data de entre 200.000 e 100.000 anos atrás na África, migrou para a Europa e conviveu, durante um curto período, com o Neandertal.

As conclusões da equipe de Hanni estão publicadas na revista Current Biology.







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