|
Luas de Urano
As cinco maiores luas de Urano foram descobertas entre 1787 e 1848 e são conhecidas como as grandes luas de Urano.
A missão Voyager detectou mais dez satélites entre 1985 e 1986 e outras foram descobertas recentemente, elevando o número de satélites naturais para 27.
Sabe-se que compõem um sistema regular como o de Júpiter e Saturno, com órbitas quase circular e pouco inclinadas
em relação ao plano equatorial.
Os quatro maiores deles, Ariel, Umbriel, Titânia e Oberon, tem diâmetros entre 1.100 e 1.600 km e
são constituídos de gelo sobre a superfície, devido ao baixo índice de reflexão.
Alguns astrônomos acreditam que esse gelo esteja contaminado com uma substância escura, porém não indentificada.
O quinto satélite conhecido é Miranda e tem 400 km de diâmetro. Miranda e foi o satélite observado mais de perto pela Voyager II e
apresenta uma superfície coberta de vales, crateras e montanhas, que mostram as atividades geológicas que lá existiram.
Os nomes dos satélites de Urano foram tirados de personagens das várias peças
de William Shakespeare e também das obras de Alexander Pope.
Veja alguns nomes:
Oberon (Sonho de uma noite de verão de Shakespeare)
Titânia (Sonho de uma noite de verão, de Shakespeare)
Umbriel (The Rape of the lock, de Alexander Pope)
Ariel (A Tempestade, de Shakespeare)
Miranda (A Tempestade, de Shakespeare)
Puck (Sonho de uma noite de verão, de Shakespeare)
Pórcia (O Mercador de Veneza, de Shakespeare)
Julieta (Romeu e Julieta, de Shakespeare)
Créssida (Troilo e Créssida, de Shakespeare)
Rosalinda (Como lhe aprouver - As You Like It, de Shakespeare)
Belinda (Rape of the lock, de Pope)
Desdémona (Otelo, de Shakespeare)
Cordélia (Rei Lear, de Shakespeare)
Ofélia (Hamlet, de Shakespeare)
Bianca (A fera amansada - Taming of the Shrew - de Shakespeare).
Sycorax
Voltar ao planeta Urano
|